Chocolate em outros idiomas

domingo, janeiro 08, 2012

Eu, brigadeiro e NOSSA história

A-DO-RO chocolate, mas sou uma verdadeira aficionada por três versões específicas dele até hoje (brigadeiro, bombom Sonho de Valsa e Toddy). Esses três itens são a minha definição para eliminar stress e trazer a harmonia… hahaha.

Brigadeiro é o sinônimo do amor da minha mãe, e o Sonho de Valsa do amor de meu pai, que até hoje, quando vem me visitar faz questão de me dar ao menos um desses bombons.

Ah, o Toddy? Sempre gostei, mas hoje é uma representação do cuidado/carinho de meu marido que nunca deixa faltar e sempre compra no tamanho que ele chama de Padrão Lidy de qualidade (caixa de 2kg). kkkkk

No alto de meus 1.80m, posso dizer que cresci com esses 3 itens como parte de minha história, comecei a ‘comer’ chocolate aos 4 meses de vida (tem noção do que é isso?!?!? rsrs), e a loucura, nunca tive problemas de constipação intestinal quando bebê. Entretanto, como hoje os tempos são outros, meu filhinho ainda não comeu chocolate, respeitando a recomendação pediátrica, frutinhas são mais adequadas.

Mas, nesse post de hoje, vamos falar do delicioso BRIGADEIRO… todas as versões que vejo por aí incluem 3 itens (manteiga, chocolate em pó e leite condensado), a versão que AMO é a da minha mãe que não vai manteiga. Alguns dizem que fica ruim, parecendo puxa-puxa… bom, eu não sei como é que fazem, pois o brigadeiro da minha mãe é simplesmente o melhor brigadeiro que existe no universo (não tem para ninguém, ou melhor, tem sim… eu aprendi e faço igual… ieeeiii!!!!!).

Fica ótimo, quente, frio, na hora, no outro dia… e o melhor, mais simples impossível, só é necessário uma lata de leite condensado (até hoje, usamos somente uma marca, se usar outra não fica tão bom, sério mesmo).

Receita da minha infância: leite condensado e chocolate em pó, levar ao fogo mexendo desde o início e esperar a massa se desprender do fundo da panela. Quando esfriar é só enrolar (para isso untamos as mãos com manteiga) e prontinho.

Essa beleza pode ser comida direto da panela, mas se cobrir com chocolate granulado, fica uma coisa de louco (mas, qualquer confeito é válido para brigadeiro da mamãe).

Ah, eu optei pela versão sem forminhas, afinal, a festa do brigadeiro permite. hihi

Olha o meu lindo brigadeiro acompanhando um geladinho pudim de leite condensado. (Isso sim que é dupla dinâmica).
Sobre a origem desse docinho (insubstituível para mim), diz a lenda que após a 2a. Guerra Mundial, na época com grande racionamento de açúcar, leite e ovos no Brasil, alguém decidiu fazer um doce misturando leite condensado e chocolate e, pronto, assim surgiu o docinho. Sobre a escolha do nome?

Então, foi uma homenagem ao Brigadeiro Eduardo Gomes, candidato à presidência em 1945, e que perdeu a disputa para o general Enrico Dutra. Cá entre nós, o sr. Dutra ganhou, mas o Brigadeiro é que foi imortalizado e faz a festa né?!?

Há uma outra versão para essa história também, para conhecê-la, recomendo a leitura do livro de Reinaldo Pimenta, A Casa da Mãe Joana, da Editora Campus.

Esse post foi gostoso não? hihihi

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